Não há controle do inesperado
Desesperado sem esperança
O indizível do amor está aqui
Fugiu, mas estava aqui!
Fugiram as cores do amor
Fugiram! Fugiram!
Das paletas restaram carcaças
Desespero
Não se deve esperar
Mas desde então espero
E serena e breve
Pairou no ar.
domingo, 16 de agosto de 2009
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